{"id":1853,"date":"2018-07-31T15:03:47","date_gmt":"2018-07-31T18:03:47","guid":{"rendered":"http:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/?p=1853"},"modified":"2018-07-31T15:03:47","modified_gmt":"2018-07-31T18:03:47","slug":"agropecuaria-do-para-e-a-que-mais-se-expande-em-11-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/agropecuaria-do-para-e-a-que-mais-se-expande-em-11-anos\/","title":{"rendered":"Agropecu\u00e1ria do Par\u00e1 \u00e9 a que mais se expande em 11 anos"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><em>\u00c1rea ocupada aumentou 6,75 milh\u00f5es de hectares, entre 2006 e 2017, aponta censo do IBGE Entre os dois per\u00edodos, a \u00e1rea ocupada por estabelecimentos agropecu\u00e1rios no Estado passou de 22,92 milh\u00f5es de hectares para 29,67 milh\u00f5es (29,45%), equivalente ao tamanho dos territ\u00f3rios do Rio de Janeiro e Sergipe juntos. Esse crescimento proporcional \u00e9 o maior do Pa\u00eds<\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">A \u00e1rea ocupada por estabelecimentos agropecu\u00e1rios cresceu no Estado do Par\u00e1 6,75 milh\u00f5es de hectares, entre 2006 e 2017, de acordo com os resultados preliminares do Censo Agro 2017, divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Entre os dois per\u00edodos, a \u00e1rea passou de 22,92 milh\u00f5es de hectares para 29,67 milh\u00f5es (29,45%). A expans\u00e3o em solo paraense equivale, por exemplo, a toda a \u00e1rea dos Estados do Rio de Janeiro e Sergipe juntos &#8211; 6,56 milh\u00f5es de hectares. Simultaneamente, o n\u00famero de estabelecimentos agropecu\u00e1rios no Estado deu um salto nesses onze anos. Eram 222.029 em 2006 e fecharam o \u00faltimo ano com 281.704 &#8211; alta de 26,87% e 59.675 unidades.<\/p>\n<p align=\"justify\">Minas Gerais, que surge em segundo, teve um avan\u00e7o entre os dois censos agropecu\u00e1rios, de 55.827 estabelecimentos (5,03%) e em uma \u00e1rea expandida de 6,14 milh\u00f5es de hectares (12,16%).<\/p>\n<p align=\"justify\">Em 2017, havia 975.426 pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecu\u00e1rios do Par\u00e1. Em 11 anos, isso representa uma alta de 183.215 de pessoas (23,12%), novamente na contram\u00e3o do desempenho nacional, que anotou 15.036.978 pessoas ocupadas no ano passado, decorrente da queda de 1,5 milh\u00e3o de pessoas, incluindo produtores, seus parentes, trabalhadores tempor\u00e1rios e permanentes. No entanto, a m\u00e9dia de ocupados por estabelecimento no Estado caiu de 3,56 pessoas, em 2006, para 3,46 pessoas, em 2017 &#8211; ainda superior aos dados nacionais que reduziu de 3,2 para 3 pessoas no mesmo per\u00edodo. Em sentido oposto, o n\u00famero de tratores cresceu 129,52% no per\u00edodo e chegou a 21.217 unidades.<\/p>\n<p align=\"justify\">Os dados preliminares do Censo Agro 2017 apontam que 778.738 hectares s\u00e3o utilizados atualmente para o cultivo de lavouras permanentes e 892.228 para lavouras tempor\u00e1rias. No primeiro caso, o levantamento identificou uma queda de 243.928 hectares em rela\u00e7\u00e3o ao Censo Agro de 2006, o que representa um redu\u00e7\u00e3o de 23,85%. J\u00e1 a lavoura tempor\u00e1ria, por outro lado, teve um leve aumento no mesmo per\u00edodo de 3,34% &#8211; 28.857 hectares.<\/p>\n<p align=\"justify\">Considerando as lavouras permanentes, o IBGE aponta crescimento em rela\u00e7\u00e3o a 2006 nos cinco produtos com maiores \u00e1reas cultivadas no Estado, sendo o a\u00e7a\u00ed o principal destaque. No per\u00edodo de onze anos, a lavoura deu um salto de 238%, passando de 74,7 mil hectares, em 2006, para 252,5 mil, em 2017, aumento de 177,8 mil hectares. O cacau surge em segundo, com 108,8 mil hectares, e o dend\u00ea em terceiro, com 95,9 mil. Nas posi\u00e7\u00f5es seguintes destacam-se ainda a pimenta-doreino e a banana, com 62,8 mil e 21,4 mil, respectivamente. Ainda de acordo com os primeiros dados do Censo 2017, a maior parte da terra utilizada no Par\u00e1 \u00e9 destinada as pastagens plantadas. S\u00e3o 12,58 milh\u00f5es hectares, referente a uma expans\u00e3o de 36,68% em rela\u00e7\u00e3o a 2006. As matas naturais representam 12,15 milh\u00f5es de hectares, enquanto as matas plantadas, apenas 196,57 mil. Fecha a lista de utiliza\u00e7\u00e3o da terra no Par\u00e1, 1,92 milh\u00e3o de hectares de pastagens naturais.<\/p>\n<p align=\"justify\">Na an\u00e1lise do efetivo de animais foi verificado um aumento de bovinos nos estabelecimentos agropecu\u00e1rios do Par\u00e1 e uma redu\u00e7\u00e3o de bubalinos. O n\u00famero de cabe\u00e7as de gado chegou a 15.298.613 cabe\u00e7as &#8211; alta de 1.364.730 cabe\u00e7as (9,79%) em rela\u00e7\u00e3o a 2006 &#8211; e o de b\u00fafalos a 320.784 &#8211; redu\u00e7\u00e3o de 50.956 cabe\u00e7as (-13,70%).<\/p>\n<p align=\"justify\">O rebanho de caprinos (cabras) aumentou 25,46% nesses onze anos e registrou no ano passado 95.192 cabe\u00e7as. J\u00e1 as 156.057 cabe\u00e7as de ovinos (ovelhas) foram consequ\u00eancia de uma baixa de 25.829 cabe\u00e7as (-14,20%) em rela\u00e7\u00e3o a 2006. J\u00e1 a quantidade de porcos teve aumento de 11,7% (788.692 cabe\u00e7as) e a de aves (galinhas, galos, frangas e frangos) de 76,70% (29.305 cabe\u00e7as).<\/p>\n<p align=\"justify\">A pesquisa aponta ainda que a produ\u00e7\u00e3o de leite de vaca alcan\u00e7ou 601 mil litros (alta de 26,18%); o leite de cabra chegou a 61 litros (3,38%) e a produ\u00e7\u00e3o de ovos de galinha a 77.334 d\u00fazias (175,16%). A cada 10 produtores rurais no Estado do Par\u00e1, apenas dois s\u00e3o mulheres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1rea ocupada aumentou 6,75 milh\u00f5es de hectares, entre 2006 e 2017, aponta censo do IBGE Entre os dois per\u00edodos, a \u00e1rea ocupada por estabelecimentos agropecu\u00e1rios no Estado passou de 22,92 milh\u00f5es de hectares para 29,67 milh\u00f5es (29,45%), equivalente ao tamanho dos territ\u00f3rios do Rio de Janeiro e Sergipe juntos. Esse crescimento proporcional \u00e9 o maior [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1854,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[1,5],"tags":[],"class_list":["post-1853","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1853","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1853"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1853\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/senar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}