{"id":761,"date":"2017-12-04T13:37:31","date_gmt":"2017-12-04T15:37:31","guid":{"rendered":"http:\/\/sistemafaepa.com.br\/faepa\/?page_id=761"},"modified":"2017-12-04T13:37:31","modified_gmt":"2017-12-04T15:37:31","slug":"agronegocio-paraense","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sistemafaepa.com.br\/faepa\/agronegocio-paraense\/","title":{"rendered":"Agroneg\u00f3cio Paraense"},"content":{"rendered":"<p>O agroneg\u00f3cio contribui em m\u00e9dia 21% para a composi\u00e7\u00e3o do PIB dos munic\u00edpios, representando a base econ\u00f4mica de grande parte deles e fonte de ocupa\u00e7\u00e3o para parcela substantiva da popula\u00e7\u00e3o. O campo absorve cerca de 1.500.292 milh\u00f5es de pessoas, o que corresponde e 42,68% dos trabalhadores no estado do Par\u00e1.<\/p>\n<p>O Par\u00e1 \u00e9 l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7a\u00ed, abacaxi, cacau, dend\u00ea, mandioca e pimenta do reino. Tamb\u00e9m destaca-se na produ\u00e7\u00e3o de lim\u00e3o, banana e coco, ocupando, respectivamente, o 2\u00ba, 3\u00ba e 4\u00ba lugar no ranking nacional.<\/p>\n<p>Mais recentemente, vem ganhando espa\u00e7o a produ\u00e7\u00e3o de c\u00edtricos, com a expans\u00e3o do cultivo de laranja, no polo de Capit\u00e3o Po\u00e7o, no nordeste do Estado, favorecida pela implanta\u00e7\u00e3o da primeira f\u00e1brica de suco de laranja do Par\u00e1, considerada a maior do Norte e Nordeste do Pa\u00eds. Outro produto que tamb\u00e9m vem ganhando destaque \u00e9 o lim\u00e3o, cultivado, principalmente, no munic\u00edpio de Monte Alegre, no oeste paraense. As expectativas de crescimento da fruticultura paraense s\u00e3o bastante promissoras, tanto no segmento de frutas ex\u00f3ticas como no de frutas regionais, tendo em vista o aumento do consumo desses produtos, alguns deles com crescimento consider\u00e1vel de demanda, nos mercados nacional e internacional, como \u00e9 o caso do cacau e a\u00e7a\u00ed.<br \/>\nNa pecu\u00e1ria, o Par\u00e1 ocupa o 4\u00ba lugar no ranking nacional, com um rebanho de aproximadamente 22 milh\u00f5es de cabe\u00e7as (IBGE, 2017), incluindo o rebanho bubalino (cerca de 513 mil cabe\u00e7as), o maior do Pa\u00eds, concentrado principalmente no arquip\u00e9lago Marajoara.<\/p>\n<p>O rebanho paraense se distingue pelo seu elevado padr\u00e3o gen\u00e9tico, assim como pela qualidade da carne que produz. Em se tratando de padr\u00e3o sanit\u00e1rio, o Par\u00e1 goza do status de Certifica\u00e7\u00e3o Internacional de \u00c1rea Livre de Aftosa com vacina\u00e7\u00e3o. O Par\u00e1 destaca-se ainda na exporta\u00e7\u00e3o de boi vivo, sendo o maior exportador do pa\u00eds, apresentando, tamb\u00e9m, grande potencial na produ\u00e7\u00e3o de carne, couro, leite e seus respectivos derivados.<\/p>\n<p>A soja foi, em 2018, o principal produto da pauta de exporta\u00e7\u00e3o brasileira, atingindo o volume recorde de 1,4 milh\u00e3o de toneladas, equivalente a, aproximadamente, US$568 milh\u00f5es. No Par\u00e1, o complexo da soja j\u00e1 constitui o principal item da pauta de exporta\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio, representando cerca de 25% do valor exportado pelo setor. Com efeito, a soja, no Par\u00e1, vem apresentando ritmo significativo de crescimento, expandindo sua \u00e1rea cultivada, no per\u00edodo de 2010\/2017, de 85,4 mil para 500,4 mil hectares, equivalente a 30% do total da \u00e1rea de lavouras, sendo a de maior representatividade dentre as culturas. A produ\u00e7\u00e3o paraense de soja compreende tr\u00eas grandes polos: o do Nordeste paraense, de maior express\u00e3o, liderado pelo munic\u00edpio de Paragominas; o do sul do Par\u00e1, tendo como principal munic\u00edpio produtor, Santana do Araguaia; e o do oeste, capitaneado por Santar\u00e9m. Vale ressaltar, que a expans\u00e3o da soja, no Estado, vem sendo efetuada em campos naturais e \u00e1reas j\u00e1 alteradas (\u00e1reas de pastagem). Isso significa, que n\u00e3o est\u00e1 utilizando \u00e1rea de floresta nativa, evitando-se, assim, o desmatamento.<br \/>\nO Par\u00e1 destaca-se ainda na Avicultura, Apicultura, Florestas Plantadas e produ\u00e7\u00e3o de Gr\u00e3os.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O agroneg\u00f3cio contribui em m\u00e9dia 21% para a composi\u00e7\u00e3o do PIB dos munic\u00edpios, representando a base econ\u00f4mica de grande parte deles e fonte de ocupa\u00e7\u00e3o para parcela substantiva da popula\u00e7\u00e3o. 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